terça-feira, 23 de agosto de 2011

Mobilidade +1

Enquanto lia as notícias, hoje cedo, deparei-me com a realidade que vivemos hoje e a facilidade em acesso às informações que temos. Fato incontestável é a centralização de aplicativos e notícias que o Google fornece em sua página principal. Tanto que este site é a página inicial da maioria das pessoas que conhecemos. Concordam?

Neste aspecto, minha curiosidade acerca dessa integração e da velocidade das informações levou a um site que explanava sobre a Geração Y, que para muitos, é um termo ultrapassado, em vista do tanto que foi falado sobre esta geração no último ano, principalmente.

Mas para quem não sabe, a Geração Y, ou Millenials, abrange a todos que nasceram à partir da década de 80. Todos, em parte - contraditório, não? -, pois são todos aqueles que fizeram parte da geração da tecnologia, dos videogames, televisão à cabo, e principalmente da internet.

Essa categorização, portanto, abrange certas classes sociais, da A a C. Porém, não é somente o acesso a estes utensílios que os consideram Millenials. O fato que levou a se estudar essa geração foi as características comuns encontradas nestes jovens. 

Eles vêm ao mundo numa época próspera, de longo período após grandes guerras, em um tempo reestruturado, próspero. Isso, portanto, mudou a forma de receber educação, de relacionar e perceber seu posicionamento perante a sociedade e o mundo.

Esses jovens se mostram, hoje, inquietos quanto a ideia de futuro, ou seja, são impacientes, demonstram necessidade enorme de feedback, são participativos. Visam equilíbrio e buscam significados a suas preferências e ações. São conscientes sobre o mundo, sua escassez de recursos e as mudanças que podem fazer para torná-lo sustentável. Em outras palavras, são atuantes.




Nesse texto, por fim, não quero balancear ou criticar esse grupo que estamos inseridos. No fim, acho que a proposta é, de fato, apresentar isso a vocês a fim de nos percebermos e entendermos. Afinal, somos o que somos em função de diversos fatores pessoais e sociais que nos condicionaram no decorrer do tempo.

Enfim, nessa pesquisa encontrei um quiz (em inglês, porém) que identifica o quão Y somos. É interessante, pois são questões simples que fazem esse diferencial no resultado, e abordam tudo que escrevi acima: tecnologia, questões pessoais e sociais. 

Deixo, como sempre faço, um vídeo que mostra quem é esse jovem e de onde surgiu, de uma forma mais detalhada. O vídeo é da agência BOX1824 e teve grande repercussão no ano de 2010. 




E para quem achou que o título parece desconexo, vale a reflexão. Embora no dia a dia não sejamos, a nossa geração é móvel, por natureza. E hoje o suficiente não é tão pleno como antes.

Boa semana para todos vocês, amigos! Vamos nos mexer, afinal a vida está aí escorrendo por nossos dedos e cabe somente a nós agarrá-la e moldá-la.

Beijo grande!

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